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efeefe
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-[[Transformatorio]] > [[Encontros]] > LabirintoTransformatorio+[[Transformatorio]] > [[Encontros]] > LabirintoTransformatorios 
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 +Anotações feitas, por enquanto, por: 
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 +  * [[:​felipefonseca|Felipe Fonseca - efeefe]] (fiz anotações meio esparsas, porque participei bastante do debate) 
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 +Áudio na íntegra disponível [[https://​archive.org/​details/​201606-Transformatorios-Labirinto|aqui]] (archive.org)
  
 ==FF== ==FF==
  
-MetaReciclagem. Residência VCU. Gambiarra/​repair culture. Inquietações. Nova revolução industrial? Saberes ancestrais. ​Contraposição ao antropoceno.+Metareciclagem. Residência VCU. Gambiarra/​repair culture. Inquietações. Nova revolução industrial? Saberes ancestrais. ​Novas possibilidades para tempos de antropoceno.
  
 ==Gilberto== ==Gilberto==
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 Terreiro de Mãe Beth - Oxum, com algo de Ogum. Rádio, polícia, radiação. Prêmio do Minc: 80% investido em construção. Dinheiro ficou na própria comunidade. FAC - juventude negra. Participantes ajudaram a construir o próprio estúdio. Terreiro de Mãe Beth - Oxum, com algo de Ogum. Rádio, polícia, radiação. Prêmio do Minc: 80% investido em construção. Dinheiro ficou na própria comunidade. FAC - juventude negra. Participantes ajudaram a construir o próprio estúdio.
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 ==Tati== ==Tati==
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 Tenho um makerspace na baixada, criado por iniciativa própria ano passado. Criaqui. Formação científica. Eu comando com dois filhos, somos engenheiros. Eu dou aula desde que me conheço por gente. Me preocupo: existe uma coisa nos makers, labs, spaces, o aspecto educacional. Como entra o aspecto educacional nesse processo todo de uma maneira significativa?​ Eu dou treinamento para pessoas de 15, 20 anos de profissão, que sabem muito, mas não têm uma formação científica mínima. Sabem trabalhar um torno. Quando descobre que a ferramenta que corta, o processo já tempera o material porque esquenta - nunca tinha entendido por que a geometria da ferramenta é aquela. Trabalhando com mais jovens, a minha preocupação de passar é essa. O menino na favela que conserta tomadas - vai ser bom ele entender por que tem dois polos, por que do formato, fio, etc. Isso transforma de uma maneira profunda, educacional,​ criativa. Minha experiência - quando eu estudei, o ensino fundamental e médio era profissionalizante. Marcenaria, ​ eletrotécnica,​ etc. Fazer um processo maker sem o viés da educação a gente fica meio perdido. Minha experiência,​ se for só pra usar máquina, vai fazer outra coisa. Tenho um makerspace na baixada, criado por iniciativa própria ano passado. Criaqui. Formação científica. Eu comando com dois filhos, somos engenheiros. Eu dou aula desde que me conheço por gente. Me preocupo: existe uma coisa nos makers, labs, spaces, o aspecto educacional. Como entra o aspecto educacional nesse processo todo de uma maneira significativa?​ Eu dou treinamento para pessoas de 15, 20 anos de profissão, que sabem muito, mas não têm uma formação científica mínima. Sabem trabalhar um torno. Quando descobre que a ferramenta que corta, o processo já tempera o material porque esquenta - nunca tinha entendido por que a geometria da ferramenta é aquela. Trabalhando com mais jovens, a minha preocupação de passar é essa. O menino na favela que conserta tomadas - vai ser bom ele entender por que tem dois polos, por que do formato, fio, etc. Isso transforma de uma maneira profunda, educacional,​ criativa. Minha experiência - quando eu estudei, o ensino fundamental e médio era profissionalizante. Marcenaria, ​ eletrotécnica,​ etc. Fazer um processo maker sem o viés da educação a gente fica meio perdido. Minha experiência,​ se for só pra usar máquina, vai fazer outra coisa.
  
-==  ==+//(Parei de anotar e caí no debate)// [efeefe]